A adoção de novas tecnologias em conjunto com o processo de envelhecimento populacional são os principais fatores de expansão de custos da saúde, em todo o mundo, em patamares amplamente superiores aos índices médios de inflação dos países (os links levam a outros posts aqui do Blog sobre cada um desses assuntos).

É claro que as inovações tecnológicas representam, em boa parte das ocasiões, avanços importantes para aplicações em diagnósticos e tratamentos. Da mesma forma, podem significar também ganhos de qualidade assistencial e de vida para os pacientes. Entretanto, nem toda nova tecnologia representa, em termos práticos, melhoria de eficiência nas internações, exames e terapias dos pacientes, especialmente para o desfecho clínico. Além disso, é preciso considerar também ter critérios de custo-efetividade para analisar a viabilidade de incorporação de novas tecnologias nos sistemas de saúde (tanto público quanto privado). Afinal, como já temos apontado, os recursos são limitados e não é possível oferecer tudo, o tempo todo para todo mundo.

Convém enfatizar que muitas das novas tecnologias representam economia e racionalidade financeira aos sistemas de saúde. Existem inúmeros e importantíssimos casos que revelam que, boas tecnologias, especialmente aquelas voltadas para a eficiência administrativa, de melhoria de processos, maior transparência e agilidade, mitigam riscos, aperfeiçoam os sistemas de gestão e geram resultados financeiros.

É para analisar os diferentes ângulos da incorporação de novas tecnologias da saúde, prestigiar as tecnologias que auxiliam o desenvolvimento do setor da saúde que vamos realizar, em parceria com a Live Healthcare Media, o seminário “Tecnologia na saúde Suplementar” durante o Hospital Innovation Show (HIS), no SP Expo, dia 28 de setembro.