O setor de medicina diagnóstica tem crescido a passos largos no Brasil e deve continuar em ritmo acelerado nos próximos anos. Projeções do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) indicam que a demanda por exames deve mais que dobrar no país entre 2015 e 2030.

Para mostrar a estrutura, a evolução e as perspectivas desse mercado – que movimenta mais de R$ 25 bilhões ao ano -, o Valor lança hoje a Análise Setorial “Medicina Diagnóstica: Laboratórios, Hospitais e Operadoras”. Em cerca de 150 páginas, o estudo traça um panorama detalhado desse setor, com perfil das principais empresas que investem e concorrem nesse ramo – de redes de laboratórios a hospitais, que têm reforçado essa área, transformando-a em unidades de negócios relevantes. A participação dos exames na receita total dos hospitais já supera 22%.

Um dos principais desafios do setor é reduzir desperdícios. Para se ter uma ideia, entre 25% e 40% dos exames laboratoriais realizados no país não seriam de fato necessários, de acordo com estimativas do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

Não à toa, as operadoras de planos de saúde têm acompanhado de perto esse segmento. O estudo traz também uma visão ampla do mercado de saúde suplementar brasileiro, com a evolução de indicadores como número de beneficiários, receitas, despesas e dados das maiores companhias.

Mais informações sobre a análise e condições de aquisição podem ser obtidas na internet, no site setorial.valor.com.br.