A importância da participação do setor de saúde suplementar na economia brasileira é tema da 32ª edição do Boletim “Conjuntura Saúde Suplementar”.  O destaque da edição faz uma análise das variáveis socioeconômicas relevantes ao desempenho do setor de saúde suplementar, consolidando as informações macroeconômicas brasileiras e indicando seus desdobramentos para o esse mercado.

Em um momento em que a situação econômica do País não favorece crescimento e contratações, o setor de saúde suplementar foi responsável por aproximadamente 3,3 milhões de empregos diretos e indiretos, o que representa 7,6% do total da força de trabalho empregada no Brasil em 2016.

Mesmo com o cenário econômico que o País está vivendo, além das ocupações criadas, o valor dos pagamentos em tributação dos planos de saúde foi de R$ 36,4 bilhões, no ano de 2015. Essa carga tributária e os empregos gerados representam uma contribuição relevante para a renda do governo brasileiro.

No mesmo ano, o setor apresentou R$ 118,7 bilhões em despesas assistenciais, devido à prestação de serviços aos beneficiários, e gerou R$ 140,3 bilhões em receitas de contraprestações. Esses valores são correspondentes à assistência médica hospitalar de 49,4 milhões de beneficiários de planos médico-hospitalares. Considerando todos esses números percebe-se a importância dos planos de saúde e suas contribuições na arrecadação total do setor. Isso denota a resiliência do setor de saúde suplementar frente aos demais setores durante a recessão econômica pela qual o País tem passado.