Em encontro com Temer e o ministro da saúde, presidente da FenaSaúde discute proposições para o setor de saúde suplementar.

“Uma ótima oportunidade para compartilhar as preocupações do nosso mercado, além de levar a agenda do Instituto Coalizão Saúde (ICOS) para a mesa do presidente em exercício, Michel Temer”, assim a presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Mendes, avaliou a reunião realizada, no dia 23 de agosto(terça-feira), entre o chefe do executivo, o ministro da saúde, Ricardo Barros, e os principais executivos membros do ICOS.

Entre as urgências, levadas ao ministro Ricardo Barros e ao presidente em exercício Michel Temer, estão: a de estabelecer diretrizes regulatórias orientativas, preparando tanto o setor público quanto privado para as futuras alterações regulatórias, oferecendo segurança jurídica para investimentos de longo prazo; e formalizar a participação dos diversos segmentos que integram os setores público, privado, e suplementar de saúde, bem como, especialistas, profissionais do direito e sociedade civil em uma Conferência Nacional de Saúde, para esclarecer a importância dos protocolos clínicos e regulamentos em saúde, inclusive as vias institucionais de sua atualização.

Além de Solange Beatriz, estiveram no encontro Claudio Lottenberg presidente do ICOS, entre outros empresários ligados à entidade. O Instituto Coalizão Saúde é formado por representantes do setor empresarial, com a participação dos principais segmentos da cadeia do setor de saúde, e busca contribuir para o debate em torno de novos avanços, observando as demandas da população e as necessidades do país.

Nesta cadeia, a FenaSaúde representa as operadoras de planos de saúde e a presidente da Federação considerou oportuno demonstrar ao chefe do executivo a dimensão da crise no setor de saúde suplementar. “Busquei sensibilizar o presidente Temer quanto à necessidade de estabelecer uma politica de governo a fim de garantir a nossa sustentabilidade nesse momento crítico, em razão de diversos fatores entre os quais, a inflação médica crescente aliada às dificuldades econômicas com alta taxa de desemprego e, consequentemente, perda de beneficiário”.

Por sua vez, o ministro da Saúde, Ricardo Barros ratificou essas preocupações e se comprometeu a buscar soluções e implementar as medidas necessárias.