Um debate sobre o equilíbrio econômico da Saúde Suplementar reuniu, em workshop, representantes da FenaSaúde, da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) e da Unimed, com apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), na quinta-feira (9/6), no Rio de Janeiro.

Na abertura evento, o diretor executivo da FenaSaúde, José Cechin, defendeu uma regulação do setor equilibrada. “Não pode ser partidária nem para o consumidor nem para a empresa. É necessário olhar para o equilíbrio do mercado de saúde”, afirmou ele.

Cechin destacou a importância da transparência e da informação de qualidade. E alertou também que a regulação não deve acarretar custos adicionais que não sejam essenciais para o aperfeiçoamento do mercado e melhora da qualidade do atendimento, particularmente neste momento de crise.

De acordo com o diretor-adjunto de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS, Cesar Serra, alguns temas debatidos não são novidades para o setor. “Nosso objetivo aqui é manter a sustentabilidade e estabilidade do sistema, especialmente no momento atual.” Já Eraldo Cruz, superintendência de Regulação da Unimed do Brasil, destacou que as operadoras buscam cumprir a regulação.

O encontro também contou com a participação de Reinaldo Scheibe, presidente da Abramge, e Antonio Carlos Abbatepaolo, diretor executivo da instituição, entre outras lideranças do mercado.

Ainda na pauta do workshop “Equilíbrio econômico-financeiro na Saúde Suplementar”, temas como “Plano de Contas Padrão e DIOPS XML”; “Provisões Técnicas – RN nº 393/15”; “Acompanhamento econômico-financeiro e monitoramento estratégico – RN nº 400/16”; e “Regimes especiais e oferta pública – RN nº 401/16 e RN nº 384/15”.